Este artigo visa mostrar uma outra ótica do Criador. Um ponto de vista um
tanto inovado e ousado. Em poucos parágrafos você perceberá que existe muito
mais de grandioso do conseguimos imaginar a respeito de Deus.
Vivemos numa “época digital” onde quase tudo está relacionado a uma máquina.
Toda máquina, por sua vez, precisa de instruções precisas para poder realizar
suas determinadas tarefas. O programador é o profissional responsável por criar
estas instruções e aplicá-las nas máquinas, em outras palavras, podemos dizer
que o programador “ensina” a máquina a realizar suas tarefas num passo-a-passo
suficientemente detalhado. Já dá para notarmos que este é um trabalho bastante
árduo e que se faz necessário considerar vários casos de exceções na elaboração
de certas instruções. Para ficar mais claro vamos imaginar que precisamos
programar um computador para que este divida dois números. Após ensinarmos a ele
pedir os dados ao usuário do programa, precisaríamos programá-lo para que este
dividisse o primeiro número informado pelo usuário e dividisse pelo segundo e
após informasse o resultado. Até ai tudo bem, certo? Em parte! O programa
funcionaria perfeitamente se um caso não ocorresse: o segundo número informado
fosse zero! Sabe-se que divisão por zero é indeterminação, e aqui está um caso
de exceção em programação bastante clássico. Como solução para que noso programa
funcionasse perfeitamente em todos os casos precisaríamos informar ao computador
para realizar a tarefa acima SE o segundo número informado pelo usuário fosse
diferente de zero, SENÃO informasse que a divisão não poderia ser
calculada.
Agora que já compreendemos o qual é o trabalho de um programador
podemos provar que Deus foi o primeiro programador que o universo conheceu!
A Física descobriu que os líquidos, à medida que são aquecidos, tornam-se
mais leves (se expande). Isso se dá pela agitação que os átomos sofrem devido ao
aumento de temperatura, quando os átomos recebem esta energia (energia
calorífica) ele tendem a vibrar proporcionalmente, esta mesma vibração faz com
que eles se afastem um dos outros, tornando o líquido menos denso, ou seja, o
líquido passa a possuir menas massa para uma mesma unidade de área.
No entanto, a água não se comporta como os outros líquidos. Acima de cerca de
4ºC a água obedece a regra descrita acima, tornado-se mais leve à medida que é
aquecida. Porém entre 0 e cerca de 4ºC a água torna-se mais pesada à medida que
é aquecida, criando assim um ponto de máxima densidade em 4ºC. Isso permite que
lagos e mares congelem de cima para baixo. Vamos analisar este fato:
Inicialmente temos um lago com sua água com temperatura homogênea (igual em
qualquer ponto). À medida que a porção de água da superfície vai sendo resfriada
pelas baixas temperaturas do meio externo, esta vai tornando-se mais pesada que
a porção de água que se encontra na parte inferior do lago, e que portanto
encontra-se mais aquecida, sendo assim a porção resfriada desce enquanto a
porção mais aquecida sobe por encontra-se mais leve no momento. Este processo é
repetido até que a temperatura da água fique em torno dos 4ºC. Neste momento o a
água passa a sofrer o processo inverso, sendo que entre 0 e 4ºC a porção de água
mais resfriada torna-se relativamente mais leve e sobe. Assim essa porção será
resfriada a 3, 2, 1 e 0ºC que é a temperatura que a água congela. Logo o
resultado é uma camada de gelo em cima do lago e por baixo uma grande porção de
água resfriada, porém em estado líquido, permitindo a existência de vida mesmo
em temperaturas muito baixas.
Você consegue notar as mãos de Deus neste caso de exceção em uma programação?
Pois é, a natureza é a máquina, Deus é programador, e os fenômenos são os
programas. No momento que Deus decidiu esta regra para os líquidos, Ele sabia
que a água precisaria de uma exceção para que o conjunto funcionasse
perfeitamente, caso contrário, os mares, e lagos iriam congelar de baixo para
cima destruindo todo ser vivente presente nestas águas.
E agora, você conhece um programador mais grandioso que Este nosso Deus?
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